Princípios, Competências e Habilidades requeridas de Daniel e seus companheiros (falando de educação)

danielNos grandes “fóruns” de educação sempre houve e haverá espaço para a reflexão do tipo de educação que uma instituição, um movimento ou uma nação deve oferecer para seus educandos: que tipo de educandos queremos formar? Para que tipo de sociedade estamos formando nossos alunos? Que tipo de cidadãos estamos preparando para a nossa sociedade?

Numa perspectiva bíblica, buscamos de Deus que tipo de educação devemos oferecer aos Seus filhos para que possam servi-Lo em Seu Reino. Que tipo de geração devemos formar para reinar com Cristo no mundo de hoje?

O Livro de Daniel nos revela uma geração de moços de qualidades extraordinárias que receberam toda uma série de instruções que os distinguiram a tal ponto que foram escolhidos para ocuparem as mais altas posições de comando do mundo de sua época. Princípios bíblicos de todas as áreas da vida são encontrados na formação desses jovens que foram valiosos naquela época como ainda são nos dias de hoje.

Temos uma fonte rica de referências para educarmos uma geração que será totalmente separada por Deus para governar na Babilônia de hoje (mundo), confrontando todo o tipo de oposição possível ao estabelecimento do Reino de Deus aqui na Terra. O registro dessa visão ou revelação da educação de Daniel tem como objetivo principal a inspiração de pais e educadores na sua tarefa divina de educar filhos e alunos para reinar com Cristo.

I – A BAGAGEM DE DANIEL E SEUS AMIGOS

 Os primeiros versículos do capítulo l do livro de Daniel informa-nos da situação que Jerusalém chegou: sitiada por Nabucodonossor, rei de Babilônia. Quem tinha feito isto? O Senhor. Sim. O Senhor entregou nas mãos de  Nabucodonossor o rei de Judá e alguns dos utensílios usados no Templo. Deus tinha o controle total daquela situação. Aliás, aquela situação já era prevista desde os tempos do Deserto. Foi também profetizada por Jeremias.

Dos utensílios usados no Templo ,  Nabucodonossor levou-os para a casa do seu deus, na terra de Sinear, como um tesouro conquistado para ou pelo seu deus. Da mesma forma, podemos fazer um pararelo dos utensílios humanos,  que foram levados para Babilônia: filhos de Israel.

Nabucodonossor queria tirar proveito de todos os tesouros escondidos daquela terra prometida e cobiçada. Pediu que Aspenaz, chefe de seus eunucos, trouxesse alguns dos filhos de Israel: assim da linhagem real como dos nobres, jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, e versados no conhecimento, e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei.

Aspenaz não teve tanto trabalho em descobrir este tipo de jovem que o rei de Babilônia requisitava para o seu quadro de servidores. Encontrou vários, mas de Judá, alistou Daniel, Hananias, Misael e Azarias.

Ele sabia exatamente o que seu rei  queria portanto deve ter sido bastante exigente no teste de avaliação dos rapazes, afinal a requisição era rica em detalhes e qualificações.

Vejamos o que estes rapazes deveriam trazer em sua bagagem educacional:

  1. Origem familiar:

   … “assim da linhagem real como dos nobres” … Dn 1:3

A base dos requisitos exigidos pelo rei era a origem familiar. Procurava-se jovens que tivessem uma orientação familiar. É evidente que nenhum rei, ou nobre (seja por nascimento ou por sua virtude),

descuidasse da educação de seus filhos. Ainda que não fosse o instrutor direto, reis e nobres sempre contrataram tutores e curadores para cuidarem da educação de seus filhos (2 Re 10:1-5; Gl 4:1-2). E era essa garantia que o rei Nabucodonossor queria tirar partido. Outro aspecto era que ele queria jovens para assessorá-lo no governo e nada melhor do que poder contar com jovens que assistiam seus pais em tarefas governamentais. O melhor dos treinamentos eles já tinham: feitos em casa.

Como cristãos, todos nós somos colocados em posição de sacerdócio real (I Pe 2:9), somos descendentes do Rei dos reis. Ainda que não façamos esta aplicação, podemos considerar que fazia parte da cultura judaica a responsabilidade dos pais educarem seus filhos. Antes mesmo da Lei, Deus tinha escolhido Abraão porque Ele sabia que ele iria ordenar a seus filhos e a sua casa a guardarem o caminho do Senhor, a praticarem a justiça e o juízo Gn 18:19). Ao receberem a Lei todo o povo de Israel foi exortado a guardá-la em seus corações e também a inculcá-la a seus filhos (Dt 6:7). No Novo Testamento, Paulo deixa bem claro que a responsabilidade de educar os filhos pertence aos pais (Ef 6:4).

Não temos informações precisas da origem familiar de Daniel, provavelmente foi descendente da linhagem real ou de nobres, creio o que importa aqui é deduzir que ele recebeu de sua família firmes fundamentos para sua vida, tanto espiritual como acadêmica e profissional.

A situação atual é decadente. Pais abandonam a responsabilidade de educar os filhos e passam este privilégio para o Estado, para a Igreja ou para instituições educacionais. Crianças são entregues para serem educadas numa filosofia humanista de vida que mantêm cativas suas mentes de entenderem o propósito de Deus para suas vidas. Gerações e gerações têm dormido enquanto o inimigo “tem feito a cabeça” deste mundo.

A Igreja de Jesus tem sido chamada a restaurar a responsabilidade dos pais para educar seus filhos no caminho do Senhor. Deus tem instruções claras para seus filhos no que diz respeito à educação de crianças. Ele mesmo se fez de Pai para demonstrar o tipo de relacionamento que é apropriado numa convivência familiar; que tipo de disciplina as crianças devem ter, ou seja, como, onde, porque e para que disciplinar um filho, etc.

Famílias precisam entender que a base de toda boa educação começa no lar e que Deus escolherá aqueles que tem sido dedicados desde a mais tenra infância a compreenderem a realidade numa perspectiva bíblica.

O máximo que uma escola pode fazer é estender o trabalho educacional iniciado e mantido no lar. Famílias cristãs precisam de escolas cristãs que possam estender o trabalho educacional iniciado no lar cristão. Precisam de tutores e curadores cristãos (profissionais da educação que vêem seu trabalho como um ministério) que trabalhem em aliança com a família, administrando uma educação formal cristã de qualidade.

  1. Saudáveis: …“jovens sem nenhum defeito”…

“Defeito é a carência ou falta de alguma coisa que é necessária ou útil para a perfeição”.

A lei é repleta de exigências de sacrifícios de animais sem nenhum defeito e também de exigências de sacerdotes sem defeitos físicos. O que isto significa? Que Deus não quer deficientes físicos servindo-O? Será que Ele faz acepção de deficientes físicos? Definitivamente não. Isto tem uma simbologia muito profunda:

Os defeitos físicos simbolizam defeitos de formação do caráter, imperfeição na conduta moral ou de julgamento. Alguns dos defeitos físicos que impediam os sacerdotes de se chegarem para oferecerem o pão a Deus eram os seguintes (Lv 21:17-21):

–  cego: falta de visão

–  coxo: vida dúbia, andar em dois mundos

–  rosto mutilado ou desproporcionado:

–  pé quebrado: não anda, não prospera

–  mão quebrada: nada faz

–  corcovado: carrega peso

–  anão: não cresceu, não se desenvolve

–  belida no olho: não sabe discernir as coisas

–  sarna ou impigens:

–  testículo quebrado: não se reproduz

A formação da integridade do caráter é construída pela interação do lar e da escola.  Para que não haja defeito na formação desse caráter o melhor é que os exemplos sejam consistentes, ou seja, pais e educadores devem se esforçar para manter a mesma visão educacional e proporcionarem os mesmos valores cristãos. Num mundo conturbado por troca de valores os jovens só se sentirão seguros se o referencial do lar for confirmado por uma segunda testemunha: a escola cristã.

Por outra perspectiva podemos ver também o empenho de Daniel e seus companheiros em manter uma dieta alimentar saudável demonstrando o cuidado que eles destinavam para com suas vidas. Quão difícil em nossos tempos contemplarmos jovens que valorizam hábitos alimentares naturais. O que mais se vê é uma geração se entupindo de fast-food!

Por quê? A família não tem mais tempo de preparar uma alimentação balanceada e o ensino de Ciências Físicas e Biológicas juntamente com Programa de Saúde nas escolas não conseguem convencer nossos jovens da importância de tomarem cuidado para viver uma vida saudável. Precisamos reverter esta situação rapidamente antes que uma geração inteira seja formada com defeitos. Pais e mestres precisam ser exemplos de vidas sadias.

  1. Apresentáveis: “jovens de boa aparência”

Novamente questionamos: Será que Deus só escolhe gente bonita para servi-LO? Será que Ele faz acepção de gente feia? Claro que não. Deus não faz acepção de pessoas.

Entendemos que a boa aparência (beleza moderada, bem formada, agradável, doce e graciosa) é reflexo exterior do que se passa no mundo interior. O equilíbrio emocional é manifestado através de uma boa aparência. Os pais e professores são responsáveis por contribuir para que indivíduos sejam formados de maneira que saibam conhecer-se a si mesmos, interiormente.

Jesus mencionou o que há no interior do homem e também como podemos ver o nosso corpo, nossa aparência. Os padrões do mundo com relação à aparência física são relativos, mas para o cristão a diferenciação entre a aparência  masculina e feminina deve ser clara. A regra é uma aparência modesta e decente.  A aparência também diz respeito a maneiras e hábitos de relacionamentos.

  1. Estudados: “instruídos em toda a sabedoria”

“O temor do Senhor é a instrução da Sabedoria”, “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”.

A verdadeira sabedoria é aquela que começa com o temor do Senhor e que ao processo de aquisição de instrução consegue entender e utilizar toda a instrução recebida com sabedoria, isto é trazer solução no tempo certo com a instrução certa da forma certa.

Estes jovens mostravam aptidões para todo tipo de aprendizagem. Já tinham sido discipulados em várias áreas do saber. A começar pelo temor do Senhor, que é o princípio da sabedoria. A atualidade exige aprendizado contínuo. Somente aqueles que foram disciplinados em assumir responsabilidades no seu aprendizado se sairão bem em suas ocupações. E assumir hábitos independentes de estudo começa em casa e deve ser reforçado pela metodologia da escola.

  1. Bem informados: “doutos em ciência”

Jovens bem informados, mestres em ciência com facilidade de entender. Pais e escola devem preparar seus jovens para a aquisição do conhecimento seja através da teoria como da prática.  O valor das teorias em equilíbrio com o conhecimento adquirido com a experiência é indispensável

Os dados são alarmantes. Estudantes brasileiros saem das universidades sem domínio da língua portuguesa.  As deficiências vão desde erros ortográficos até incapacidade de interpretação de texto. “Pelo menos 40% dos estudantes não conseguem organizar idéias, apresentam erros de concordância e pontuação. Em 60% dos casos observa-se a falta de domínio da linguagem. É muito freqüente a dificuldade para identificar idéias básicas de um texto. Pior do que não saber escrever é não compreender o que se está lendo”. Falta a capacidade de raciocínio, de expressão e correlação. Para continuar na Pós-Graduação quem não tiver instrumental de linguagem fica de fora, pois nessa fase, não é mais possível recuperar a capacidade de exposição. Especialistas avaliam que, a questão está ligada prioritariamente à baixa qualidade do Ensino Fundamental e Médio.

A metodologia aplicada pela Educação por Princípios garante a reversão desse quadro já que trabalha com um padrão clássico do ensino da língua, o desenvolvimento da pesquisa, do raciocínio, da relação, aplicação e do registro do conhecimento de forma individualizada.

O jovem cristão deve entender que toda sua bagagem intelectual só será útil se for disponibilizada para o serviço ao próximo.

  1. Entendidos: “e versados no conhecimento”

Jovens com facilidade de entender todas as áreas do conhecimento.

  1. Qualificados: “competentes para assistirem no palácio do rei”

Do palácio do rei é que sai o governo de uma nação, é onde estão ou deveria estar os mais competentes cidadãos daquela nação. As competências exigidas pelo mercado de trabalho são dinâmicas. Na era da globalização é necessário que pais e educadores preparem seus jovens para se adaptarem em novos ambientes culturais, assim com aconteceu com Daniel e seus amigos. Necessita-se de jovens competentes para comunicarem por escrito ou oralmente com eficácia, que sejam capazes de trabalhar em equipe, de tomar decisões e de assumirem liderança.

Todo este preparo só é possível se família e escola andarem juntas para edificar uma geração de líderes que farão diferença em nossa sociedade.

O movimento de escolas cristãs que começa a surgir no país só poderá contribuir para a edificação dessa geração de líderes que transformarão a nossa nação se família, igreja, escola e comunidade mantiverem uma aliança para estabelecerem o verdadeiro padrão cristão de cidadania.

Daniel, além de todas as qualificações acima tinha ainda a inteligência de todas as visões e sonhos.

II – INGERÊNCIA DE BABILÔNIA

Veremos agora o que aquela terra, ou a Universidade Real da Babilônia (ou o mundo) tentou fazer com aqueles jovens, afim de que de alguma forma eles fossem moldados, aculturados para viverem em Babilônia: no período de três anos eles foram submetidos a uma imersão cultural que compreendia:

 Cultura dos Caldeus

Foram obrigados a lerem todas as obras literárias dos caldeus. Os caldeus eram conhecidos como magos, encantadores e feiticeiros, experts no conhecimento de magias.

Suas obras literárias discorriam sobre agoros, encantamentos mágicos, orações e hinos, mitos e lendas, fórmulas científicas de práticas tais como a fabricação de vidros, matemática e astrologia.

  1. Língua dos Caldeus

 Foram obrigados a falarem outra linguagem

  1. Alimentação

 Foi imposto um cardápio, contendo as finas iguarias do rei, o que significava ter um pacto com o Rei, usufruir das dádivas honoríficas provindas da mesa real.

  1. Mudança de nomes

 Seus nomes foram trocados, isto é, sua identidade pessoal foi anulada para que outra identidade fosse criada.

Daniel: Beltessazar: “que (um deus) proteja a sua vida” “senhora” (esposa de Marduque)           proteja o rei.

Hananias: Sadraque: “tenho muito temor (de Deus)

Misael: Mesaque: “tenho pouca importância”

Azarias: Abede-Nego: “servo daquele que brilha”

III – CONFRONTANDO BABILÔNIA

  1. Resolveu Daniel firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei: Não aderiu aos privilégios do estado.
  2. Sabedoria e inteligência sobrepunham a de todos daquele reino.
  3. Passaram a assistir diante do Rei.
  4. Diante de uma revelação maravilhosa ele reconheceu que a Deus pertence a sabedoria e o poder (humildade). Trouxe revelação de Deus.
  5. Subiu de cargo: governador. Os amigos gerenciavam os negócios das províncias.
  6. Não se dobraram a idolatria. Confiaram em Deus. Trouxe mais revelação de Deus. Prosperaram ainda mais nas províncias.
  7. Depoimento do Rei:
  8. Escreveu para fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tinha feito com ele.“Loucura sobreveio param que ele aprendesse que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e dá a quem quer”.
  9. Daniel aconselhou -o:- põe termo em teus pecados pela justiça; e às tuas iniquidades usando de misericórdia para com os pobres.
  10. Belsazar: Leu uma escritura e deu a interpretação: Belsazar não humilhou o seu coração; levantou-se contra o Senhor e não glorificou-O.
  11. Dario: Daniel foi um dos três presidentes do reino

Este relato bíblico dá um embasamento consistente do caráter de jovens que são usados por Deus para liderar com uma postura servidora.

Interessante repararmos que as mesmas competências e habilidades, guardadas as devidas proporções do contexto social e histórico, são semelhantes às requeridas hoje.

(Texto retirado de Apostila de Formação em Educação por Princípios da AECEP – Associação de Escolas Cristãs de Educação por Princípios).

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E estamos de casa nova…

casaDepois de vários anos na Rua Formiga no Bairro São Cristóvão, mudamos para a Rua Manoel Macedo, 65, no mesmo bairro. São 100 metros de distância. Parece pouco e perto, mas são 100 metros que fazem muita diferença.

O Abba reabrirá as inscrições para seus cursos em breve com muitas novidades e completamente reestruturados. Nosso espaço será aberto também para estudos individuais com consulta gratuita a nossos materiais.

A nossa nova casa está ganhando uma cara nova, um novo jeito de estudar e conviver com o conhecimento bíblico-teológico. Vamos contando para vocês aos pouquinhos…

Em breve nosso site estará de novo ao ar…

Israel 2017 com o Instituto Abba – Aprendendo pelo caminho

Israel-20171º Dia- 16 nov-5ª feira: Reunião do grupo, no Aeroporto de embarque Internacional. Entrega dos vales de Seguro. Check-in e embarque. Conexão em AMSTERDAM, onde incluímos um CITY TOUR de 4 horas, com traslados Aeroporto / Cidade / Aeroporto.

Amsterdã

Amesterdão

2º Dia-17 nov-6ª feira: Chegada em Israel. Desembarque. Recepção interna do aeroporto, por representante da Gênesis Turismo. Traslado do aeroporto para o hotel, por Guia Dália, que acompanha durante todo o percurso na Terra Santa.

3º Dia-18 nov-Sábado: TEL AVIV / CESAREIA / MUHRAKA / MEGIDO / GALILÉIA .: Após o Café da manhã, sairemos para uma vista panorâmica da cidade de Tel Aviv e Jaffa. Em seguida, pela Via Mares, chegaremos a Cesareia Marítima, antiga capital romana, onde visitaremos, o teatro romano ea Fortaleza dos Cruzados. Dentre os diversos fatos envolvendo Cesaréia, vale destacar que, comprovadamente, por escavações realizadas, Pôncio Pilatos residiu no local e ainda, de acordo com relatos Bíblicos, morava em Cesareia um certo centurião romano, chamado CORNELIO o qual, por direção divina, mandou chamar Um Pedro que estava em Jope, na casa de Simão o curtidor. Depois de uma pregação de Pedro, sobre os feitos de Jesus, todos os que estão em sua casa, todos os seus, seus amigos, amigos e convidados, foram Batizados pelo Espirito Santo.

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Tel Aviv

Em seguida, continuação do trajeto até Monte Carnelo, Muchraka (local da batalha do Profeta Elias contra os 450 profetas de Baal). Chegada a Meggido, de onde contemplaremos o Vale do Armagedom, designado local para uma batalha final, antes do Apocalipse. Visitaremos, também, como escavações que levam à época do Rei Salomão. Em seguida, a Tiberíades. Alojamento e jantar no hotel.
4º Dia- 19 nov-Domingo : TIBERÍADES / CAFARNAUM / NAZARÉ: Após o café da manhã, uma vista panorâmica da cidade de Tiberíades:

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Mar da Galileia

1) Atravessando o MAR DA GALILÉIA, nenhum barco de nome FÉ, comandado por um judeu, convertido ao cristianismo, durante dez anos, durante uma travessia de um grupo evangélico. Faremos uma parada no meio do lago, para Louvores, Ministração e Adoração. 2) Visitando um CAFARNAUM, uma cidade escolhida como quartel-geral de Jesus. Pelo menos 15 dos milagres registrados na Bíblia, aconteceram em CAFARNAUM, onde visitaremos: a) uma casa de PEDRO; B) a antiga SINAGOGA. Em seguida, almoçaremos o famoso peixe de Pedro, uma cortesia GENESIS.

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Sinagoga em Cafarnaum

3) Visitando TABGHA, local do Milagre da Multiplicação dos pães e dos peixes. 4) Visita ao Primado de Pedro, local da pesca Milagrosa dos 153 grandes peixes, e da ordenança a Pedro, para apascentar como ovelhas do Mestre. 5) Subindo o MONTE DAS BEM AVENTURANÇAS, local em que o senhor Proferiu o mais famoso SERMÃO, o qual, de servir de bússula para nossas vidas durante todo o sempre. 6) Visitando um YARDENIT, dedicado local um Batismo no Rio Jordão. Retorno ao hotel. Alojamento. Jantar.

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Rio Jordão

5ºDia- 20 nov -2ªfeira:  RIO JORDÃO / JERICÓ / JERUSALÉM: Após o Café da manhã, veremos Tiberíades com destino a Jerusalém, turismo: 1) Caná da Galiléia, local do primeiro Milagre de Jesus; 2) Vila Nazaré local da infância e juventude de Jesus, onde encontraremos: a) um campo com pastores, em trajes típicos, pastoreando suas ovelhas; B) uma sinagoga; C) uma réplica da carpintaria de José. Ao sairmos de Nazaré Village, uma vista panorâmica da Basílica da Anunciacão. 3) Em seguida, pelo vale do Jordão, passando por Beit Shean, chegaremos a JERICÓ, uma cidade mais antiga do mundo, para VISITARMOS : A) Como escavações arqueológicas; B) A Fonte do Profeta Eliseu (…. como águas que eram mais, tornaram-se boas, ….) até os dias atuais. 4) Vista panorâmica do Monte da Tentação. 5) KASER EL YAHUD, em que foi batizado Jesus. 6) Subida a Jerusalém, entrada na cidade mensageira da paz e berço das três religiões monoteístas, com cerimônia de chegada (oração e brinde), no alto do Monte Scopus, de onde contemplaremos uma belíssima cidade do Grande Rei. . Chegada ao hotel em Jerusalém. Alojamento e jantar.

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Jerusalém – a cidade do grande Rei

6º Dia-21 nov – 3ªfeira: JERUSALÉM: Após o Café da manhã, visitandoemos 1) O Monte das Oliveiras: 2) Dominus Flevit; 3) Jardim do Getsêmani e Igreja das Nações; 4) Não Monte Sião: a) Galicantu, local onde estava Pedro quando, pela 3ª vez negou que conhece Jesus e, então o galo cantou; B) um prisão onde Jesus passou uma noite, depois de interrogado na casa de Cai f á s; C) O Cenáculo, local da Celebração da última Ceia até uma Volta Dele, Jesus e também o local da comemoração de Pentecostes. D) O tumulo do Rei Davi; 5) O Instituto do Templo (onde está reconstruindo os utensílios do Templo); 6) Um Menorá de ouro; 7) O Muro das Lamentações. 8) Centro Arqueológico Davidson; Retorno ao hotel. Alojamento. Jantar.

7º Dia-22 nov-4ªfeira: JERUSALÉM / BELÉM – Após o Café da manhã, visitandoemos: 1) Na Esplanada do Templo: a) vista panorâmica das Mesquitas do Domo da Rocha e Al Aqsa; B) Visita à casa de Katros (um dos últimos sacerdotes da época do Templo de Herodes). C) A
porta das ovelhas (onde foi apedrejado Estevão); D) O Tanque de Bethesda; Em define nos deslocaremos para Belém, onde está situada a Gruta da Natividade eo Campo dos Pastores. Retorno a Jerusalém. Alojamento e jantar.

 

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Massada


8º Dia-23 nov-5ªfeira:
JERUSALÉM / MASSADA / QUMRAN / MAR MORTO: Após o café da manhã, a partir de Jerusalém, passando pela Pousada do Bom Samaritano, para chegar à região do Mar Morto, e depois visitarmos: 1) MASSADA, Chegarmos, assistiremos a um filme de 7 minutos de duração, que nos historia a sucessão dos fatos. Em seguida, embarcaremos em teleférico que não levará à fortaleza imponente. Uma última fortaleza dos Zelotes. Visitaremos também, como escavações do palácio de Herodes, banhos romanos, e muito mais, que os nossos foram ministrados pela Dália, uma das melhores e mais renomadas guias de Israel. Terminada a visita, embarcaremos no teleférico novamente, para descermos e continuarmos com visitas, na região do Mar Morto; 2) QUMRAN, onde vivem os essênios, que deixaram os Manuscritos do Mar Morto, com as mais antigas e antigas Escrituras Sagradas. Almoço. Tempo para banho, nas águas medicinais do Mar Morto. Retorno a Jerusalém, para visita a. YAD VASHEM (o museu do holocausto). Retorno ao hotel. Alojamento.Jantar.

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9ºDia-24 nov-6ª feira
: JERUSALÉM: Após o Café da manhã, daremos início ao final da nossa Peregrinação: 1) Visitando o Museu de Israel; 2) Por Vale de Josafá garantem o Pretório de Pilatos.Caminhando ao longo da Via Dolorosa sairemos pela porta de Damasco para chegar ao GOLGOTA onde, em seguida às Ministrações do Pr João Batista (guia local), contemplaremos o local da Crucificação e visitamos Túmulo Vázio. Em seguida, celebração da Santa Ceia, a poucos metros do Túmulo VAZIO. VAZIO SIM! ELE NÃO ESTÁ ALI! ALELUIA !!! EL VIVE !!!! Terminada a visita ao Golgota. Tempo Livre para compras e / ou atividades de interesse particular.

10º Dia -25 nov-Sábado: JERUSALÉM / AEROPORTO: Traslado do hotel ao aeroporto Ben Gurion e embarque para o Brasil de Israel;

11º Dia-26 nov-Domingo: Chegada ao Brasil, desembarque e despedida do grupo.

O Preço Inclui: 
* Passagem aérea, RIO // TEL AVIV / RIO
* Taxas de embarques;
* Traslados de aeroporto / hotel / aeroporto;
* 8 diárias em Israel, sendo 1 diárias em Tel Aviv, 2 diárias na Galiléia, 5 diárias em Jerusalém.
* Meia Pensão, nos Hotéis.
* 07 almoços, durante o roteiro de visitas, uma cortesia Gênesis.
* Duas Garrafas de água, por dia, no ônibus, (cortesia Genesis).
* CITY Tour, em Amsterdam.
* Visitas, com ingressos incluídos, conforme indicadas não DAY BY DAY
* Tour em ônibus de luxo;
* Guias falando português;
* Imposto de transferência de divisas ao exterior, para pagamento de hospedagem e serviços contratados;
* Seguro de Assistência Médica, exigido em Viagens internacionais;
* Seguro de extravio de bagagem;
* KIT GENESIS PARA VIAGENS.
* Hospedagem em hotéis de Categoria Turística ou Superior.
OBSERVAÇÃO: As visitas sujeitas a um controlo quanto à ordem de realização.

O Preço não inclui
* Tudo o que não está relacionado como incluído.

PREÇO POR PESSOA U $ 2731 + 150 taxas – EM DUPLO OU TRIPLO 
PREÇO POR PESSOA U $ 3181 + 150 taxas – APTº INDIVIDUAL

O que é Terrorismo?

terrorismoO termo terrorismo é derivado de “terror”, conceito largamente empregado no estudo das relações internacionais, pautado em ações de cunho violento seja psicológico ou físico, contra o Estado ou as populações. O surgimento do termo ganhou vigor, após a segunda guerra mundial, a fim de destacar os grupos separatistas e nacionalistas em meados da década de 40.

Antes de mais nada, convém aclarar os principais tipos de terrorismos e seus desdobramentos, a saber:

Terrorismo Indiscriminado

O próprio nome já indica, que nesse caso de terrorismo não existe um alvo específico, caracterizado dessa maneira, por uma revolta e a necessidade de ações violentas contra a população, por exemplo, depositar bombas em latas de lixo, cafés, cinemas, metrôs e outros locais públicos, a fim de chamar atenção do governo e propagar o temor na população.

Terrorismo Seletivo

Nesse caso, há um alvo específico e suas ações são principalmente pautadas na chantagem, tortura, terror psicológico, dentre outros. Um notório exemplo desse tipo de terrorismo é o grupo estadunidense protestante e racista Ku Klux Klan (KKK), fundado em 1865.

Terrorismo Comunal

Chamado também de Terrorismo Comunitário, esse tipo de terrorismo é caracterizado pelo “terror coletivo” pautado no terrorismo que “vem de baixo”, ou seja, a própria população civil intervêm diretamente contra outras, sem consenso do Estado ou das autoridades. Não obstante, o terrorismo comunal é caracterizado por manifestações e atentados desordenados.

(continua…)