Israel, Nação Sacerdotal – Parte III

Antes de iniciar a leitura deste post, leia Parte I e Parte II.

Israel Salmo 139.13-14, o rei Davi expressa as seguintes palavras para o Senhor: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem”.

Davi reconhece que Deus nos criou de forma esplendorosa, uma grande obra, uma criação competente. Por isso há um propósito e um destino para cada um de nós. Mas o Senhor ainda nos capacita com todos os dons para cumprir esse propósito. Ninguém pode nos tirar os dons dados por Deus.

No verso 16 Davi diz que “no Teu livro foram escritos todos os meus dias, quando nem um deles havia ainda”. Deus nos lembra que Ele já nos deu os primeiros frutos, a salvação na Páscoa.

A seguir vem a ordem de contar o ômer, marcar cada broto.

O broto a nível pessoal representa o dom que Deus lhe deu e ainda não se desenvolveu. Todos os dons que recebemos de Deus são como pequenos brotos; precisamos cuidar de cada um deles até alcançarem a maturidade.

Precisamos remover o mato que cresce em volta, e nada atrapalha mais o desenvolvimento dos dons que Deus nos deu do que um caráter mau ou uma atitude ruim.

O Senhor nos dá 50 dias a cada ano para reflexão e assim podemos arrancar o mato do nosso caráter, desenvolvendo a integridade nos mínimos detalhes.

Se fizermos isso todo ano, passaremos bem o resto do ano e faremos uma grande colheita.

 Cuidar dos brotos é apenas o primeiro passo, mas depois de 50 dias deve-se reunir os dons, juntamente com os esforços dispensados a eles, e dedicar ao Senhor.

Deus é Senhor das colheitas, você é o senhor das primícias dos primeiros frutos. O que você fizer com a primícia dos primeiros frutos determinará o que Deus fará com a colheita em sua vida.

Dt 16.16, “Três vezes ao ano todo homem entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém ninguém aparecerá vazio diante perante o Senhor”.

O que podemos dar a Deus que Ele queira?

 Gratidão

Gratidão pela salvação, coração grato e ações de graça são as primeiras ofertas de sacrifício.

Quando entregamos os primeiros frutos, dons e talentos tem início a colheita, Zc 4.6 “Não por força, nem por violência, mas sim pelo meu Espírito”.

Quando chega a festa de Tabernáculos, celebraremos a colheita.

Caminhe em salvação, gratidão e invista seus esforços nos primeiros frutos e os dedique ao Senhor, assim haverá grande colheita.

O Pai deseja as primícias dos primeiros frutos em sinal de obediência. Isto agrada o nosso Pai.

 A ideia do Senhor era entregar a Sua lei a cada israelita e que cada um deles se tornassem um sacerdote com o propósito de alcançar outros indivíduos de outras nações.

Essa proposta é comprovada em Dt 12.11-12.

Todo israelita deveria comparecer perante o Senhor no lugar que Ele escolhesse dentre todas as tribos, para ali levar os seus sacrifícios, dízimos, votos e ofertas. Os dízimos eram entregues aos sacerdotes e levitas.

Mas aqui o Senhor fala em levar os dízimos e degolar e comer diante d’Ele.

O fato aqui descrito mostrava a disposição de Deus em demonstrar a cada israelita, que se o mesmo tinha o direito de comer do dízimo, ou segundo dízimo, teria também os privilégios do sacerdote.

Todo privilégio ou direito pressupõe responsabilidades e deveres. Se todo israelita experimentava os privilégios e a sua posição de sacerdote, deveria cumprir também as suas responsabilidades, fazendo o seu papel de sacerdote para as outras nações.

Com esse sistema em que cada israelita deveria se alegrar perante o Senhor, comendo do fruto da terra, eles seriam vistos pelas outras nações como sacerdotes, cumprindo assim suas funções de instruí-los a buscar e servir ao Deus de Israel.

Existe nesse texto de Deuteronômio o relato das responsabilidades de cada israelita como sacerdote, e que são aplicáveis a nós como cristãos (IPe 2.9):

  1. Sempre separar no terceiro ano, o dízimo do pobre.
  2. Perdoar as dívidas no sétimo ano (ano sabático).
  3. Devolver terras no ano do Jubileu.
  4. Práticas de justiça (Tsadaqa).

A igreja entendida como cada cristão individualmente deve agir como nação sacerdotal do Reino de Deus, manifestando através de atitudes compatíveis com a Palavra de Deus os valores eternos do Reino, com a prática da justiça.

Continua…

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ISRAEL, NAÇÃO SACERDOTAL – PARTE II

Êxodo 19.5, “agora se ouvirdes a minha voz e obedecerdes à minha aliança, sereis como meu tesouro pessoal dentre todas as nações, ainda que toda a terra seja minha propriedade.”

Parte IIO povo de Israel seria uma propriedade peculiar, um tesouro precioso, que seria cuidado com todo o zelo pelo Senhor. Uma nação escolhida entre todas as outras nações. Interessante notar que não há qualquer desprezo pelas outras nações, pois o próprio Senhor declara que toda a terra é d’Ele. Isso incluía as outras nações dentro do objetivo do Senhor que seria alcançá-las por intermédio da nação sacerdotal de Israel.

Não que todos os israelitas fossem sacerdotes dentro de Israel. A ideia é que cada israelita, por haver recebido a Lei de Moisés, seria um sacerdote para as outras nações, como instrumento de instrução espiritual. No que tocava a outras nações, todos os israelitas eram sacerdotes.

Todo o povo de Israel tinha um tipo de sacerdócio, pois era o administrador da Torah.

Nação santa mediante uma revelação divina, pois o povo de Israel estava sendo capacitado a se tornar santo como o Senhor, tendo como base ser possuidora do supremo código moral que revelava a vontade de Deus.

O primeiro passo para ser uma nação sacerdotal era a escolha, ninguém se faz sacerdote se não por uma escolha do Senhor. Israel foi escolhido para isso.

A nação sacerdotal teria alguns requisitos a cumprir para executar de forma adequada a sua função:

1) ouvir a voz do Senhor,

2) obedecer a aliança, que estava prestes a ser dada à nação por intermédio de Moisés, a Torah.

3) servir ao Senhor e prestar culto exclusivamente a Ele.

A chamada ao sacerdócio para toda a nação é reforçada na entrega das tábuas da aliança, quando o Senhor emite a Sua voz direcionada a cada membro dessa nação individualmente. O verbo em hebraico está na segunda pessoa do singular, “Não terás, não matarás.”

Como então, cumprir o chamado de Deus e por onde começar?

Tudo o que Deus planejou para acontecer, acontecerá. Ele sempre quer trabalhar em conjunto conosco, como co-herdeiros de Seu Reino.

No plano específico de Deus e no propósito para a vida de seus servos, há algumas coisas que precisam ser feitas primeiro para que os servos possam cumprir a sua parte no plano d’Ele.

A ordem correta de Deus deve ser seguida para que os propósitos de Deus se cumpram na nação, na cidade, na família ou na vida pessoal, logo, é preciso entender a ordem correta de Deus.

  • Durante o ano bíblico, há apenas uma estação singular chamada “Contagem do Ômer”. Êx 23.19 e Dt 16.9
  • Ela ocorre entre a Festa da Páscoa e a de Shavuot.
  • O Senhor ordenou aos filhos de Israel que contassem o ômer por 50 dias, começando no dia seguinte ao da Páscoa.
  • Um ômer é um feixe. Contar um ômer é um princípio muito importante e um mandamento no calendário bíblico. Contar o ômer requer cinquenta dias de obediência.
  • Para que a obediência seja realizada é necessário que isso seja registrado. O Senhor nos lembra todos os anos que temos algo a fazer por cinquenta dias.

 A Páscoa simboliza a libertação do Egito. Tornar-se livre é o início de tudo. Até sermos livres, não podemos cumprir nosso destino. Por isso todos os anos o Senhor nos lembra, através da Sua Palavra, deste dia importante, quando devemos começar a contar, e fazê-lo por cinquenta dias.

Ao final deste período, celebramos Shavuot, é nesse momento que começamos a nos preparar para a colheita, trazendo os primeiros frutos e dedicando-os ao Senhor.

Segundo a tradição, os agricultores saíam pelos campos no primeiro dia depois da Páscoa e marcavam os primeiros brotos- os primeiros frutos do campo.

Durante 50 dias além de contar, eles aguavam, arrancavam o mato e cuidavam para que os brotos crescessem e se transformassem em frutos.

Aos 50 dias eles recolhiam os brotos marcados e levavam ao Templo do Senhor na Festa de Shavuot. Isso, sendo feito, em sinal de obediência ao Senhor, geraria uma benção, com colheitas abundantes.

A diferença de dízimo(10 por cento) para ômer (100 por cento) é que neste o Senhor pede tudo, as primícias dos primeiros frutos. Entregando a Ele, investimos nossos esforços naquilo que Deus havia nos dado previamente. Temos que salvaguardar Suas dádivas, garantindo que elas produzam frutos que dedicaremos a Ele, levando-os à Sua presença.

Deus os multiplicará até que se transformassem em colheita.

Continua…

Instituto Abba

Graça – Por Beth Alves – Parte II

GraçaEste é o óbvio que precisa ser radicalmente resgatado. A graça está por toda parte… A situação “correta” seria buscarem um paninho para tampar o corpo quase nu da garota. Mas, em vez disso, a acolheram com graça, favor imerecido.

Se procurarmos, cada um de nós tem vários relatos sobre graça para contar. Fica claro que é mais fácil transmitir graça do que explicá-la. E amados irmãos, o mundo não pode oferecer graça, a igreja pode.

Definição/Morfologia

Ml 1:9 – Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a sua graça, mas com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará ele a vossa pessoa? – diz o Senhor dos Exércitos.

Chanan – Estar inclinado benevolentemente em relação a alguém; ter compaixão por alguém; conceder favor para uma pessoa necessitada; atitude marcada pela compaixão, generosidade e bondade.

2 Co 12:9 – Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas para que sobre mim repouse o poder de Cristo.

Charis – Da mesma raiz de chara (alegria) e chairo (regozijar). Charis causa regozijo. È a palavra para a graça de Deus conforme estendida ao ser humano pecador. Significa favor e benção imerecidos, um dom livre.

Zc 12:10 – E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito.

Chen – Favor, graça, graciosidade, bondade, beleza, amabilidade, charme, atratividade, encanto, olhar.

A raiz “chanan” significa “agir graciosa ou misericordiosamente em relação a alguém; ser apaixonado, estar favoravelmente inclinado”.

A graça de Deus derramada sobre Jerusalém capacita-os a olhar ansiosamente e com súplicas em direção ao seu rei traspassado. A graça de Deus fará com que Israel possa enxergar Jesus como alguém com infinita beleza. Sua bondade os capacita a se arrependerem. O Espírito Santo é chamado “Espírito da Graça” em Hb 10:29, um título, com certeza inspirado por essa referência de Zacarias.

Dicionário Larousse:

1 – favor concedido ou recebido, benefício, dádiva, mercê.

2 – perdão, indulto.

3 – atrativo peculiar a uma pessoa ou coisa, encanto, elegância.

4 – na teologia católica, auxílio sobrenatural que Deus concede aos homens para que eles alcancem a salvação.

5 – nome de batismo

6 – espírito, humor.

7 – gracejo.

8 – graças a – em virtude de…

De graça – gratuitamente

Dar graças – agradecimento.

 Dicionário Aurélio:

1 – Favor dispensado ou recebido; mercê, benefício

2 – Ato de clemência do poder público, que favorece um condenado; mercê

3 – Beleza, elegância

4 – Dito ou ato espirituoso; gracejo, chiste

5 – O nome de batismo

6 – Favor ou mercê concedida a alguém por Deus

De graça:

  1. Gratuitamente, sem pagamento
  2. Fig. Muito barato

StrongÇ

  1. Apalavra Charis

No Novo Testamento a palavra “graça” é sempre uma tradução do (χαρις, Charis), uma palavra que ocorre no texto grego algo mais de 170 vezes. No grego de todos os períodos, também é uma palavra muito comum.

(a) A palavra parece denotar a aparência externa agradável. Tal utilização é encontrada em Lc 4: 22, quando se maravilhavam das palavras que Lhe saiam da boca, do encanto das suas palavras; e de forma semelhante no Cl 4: 6.

(b) Objetivamente, Charis denotar a impressão produzida por em 3 Jo 1: 4 – “não tenho maior gratificação do que esta” (mas muitos manuscritos se lê “alegria”).

(c) Como um atributo mental Charis pode ser traduzida por gracioso, cheio de graça. Portanto, em Lc 2: 52, “Jesus avançava em favor com Deus e os homens.

(d) Charis denota a emoção de gratidão. Lc 17: 9. Em um sentido ligeiramente transferidos Charis designa as palavras ou emoção em que é expressa gratidão e, por isso, torna-se “obrigado” (cerca de 10 vezes, Rm 6: 17 e outras)

(e) Concretamente, Charis pode significar o ato pelo qual se expressa dádivas, ofertas, como em 1Co 16: 3, onde a KJ traduz por “liberalismo”, e a versão revista (britânicos e americanos) por “graça.” Estes diferentes significados naturalmente tendem a mistura em si, e, em certos casos, é difícil fixar o significado preciso da palavra.

  1. Graça como poder

A grande elasticidade da palavra lhe permitiu receber mais um significado. Em primeiro lugar, Charis pode significar “um dom.” Em 1Co 16: 3; 2Co 8: 19, é o dinheiro dado pelos Coríntios para os habitantes de Jerusalém. Em 2Co 9: 8, é o aumento de bens mundanos que Deus concede para fins de caridade. Em 2Co 1: 15 é o benefício recebido pelo Coríntios a partir de uma visita de Paulo. Em um sentido mais espiritual Charis é a capacitação para o serviço na igreja (Ef 4: 7). (Ver também Rm 1: 5; Rm 12: 3; Rm 15: 15; 1Co 3: 10; Ef 3: 2, Ef 3: 7).

Por isso, em 1Co1 :4-7 , Charis é expandida em “palavra e todos os conhecimentos,” dotes com os quais os coríntios foram especialmente favorecidos. Em 1Pe 1: 13, Charis é o futuro celeste que os cristãos esperam receber; em 1Pe 3: 7, é a atual oferta de “vida”.

Em segundo lugar, Charis é a palavra para favor de Deus, um significado que é especialmente refinado por Paulo. Mas a graça de Deus é diferente da graça dos homens porque a graça de Deus não pode ser concebida por troca ou por ações, obras. Uma condição de Deus acerca da liberação da benção é a necessidade que o homem apresenta de receber aquilo. Entre “graça de Deus” e” favores de Deus” existe uma relação de poder, e como Charis denota tanto a graça como os favores, foi natural a palavra ser usada para poder. Esta utilização é muito clara em 1Co 15: 10, onde Paulo diz, “Eu não, mas a graça de Deus que estava em mim” trabalhei mais que todos eles: graça é algo que trabalha, opera.

Por isso, em 2Co 12: 9, “A minha graça é suficiente para ti: porque o poder se aperfeiçoa na perfeita fraqueza”; comparar com 2Tm 2: 1” fortifica-te na graça”, e 1Pe 4: 10, “mordomos da multiforme graça.” Evidentemente, neste sentido “graça” é quase um sinônimo para o Espírito, e existe pouca diferença real entre o “cheia do Espírito Santo” e “cheio de graça e de poder” em At 6: 5, At 6: 8, ao passo que há um paralelo muito marcante entre Ef 4 :7-13 e 1Co 12 :4-11, como “dons de graça” em uma passagem, e “dons do Espírito” na outra.

E esta ligação entre a graça e o Espírito é encontrada definitivamente na fórmula “Espírito da graça” em Hb 10: 29 (compare Zc 12: 10). E, como é sabido, é a partir deste sentido da palavra que a doutrina católica de graça foi desenvolvida.

  1. Graça na Justificação

Este significado de Charis foi obtido pela ampliação e combinação de outros significados. Ao contrário do processo de restringir à forma de um dos significados da palavra, ela entra em teologia cristã como um termo técnico, mas desta vez, em um sentido mais distinto.

A formatação deste sentido especial parece ter sido o trabalho de Paulo. Quando Charis é usado com o sentido de “graça”, não está implícito quanto a saber se é um favor merecido ou não.

Assim, por exemplo, no Novo Testamento, quando em Lc 2: 52 é dito que “Jesus crescia em graça diante de Deus e dos homens”, é possível pensar que Jesus o recebia de Deus não por merecimento. Compare também Lc 2: 40 e At 2: 47 e, com menos clareza casos como Lc 1: 30; At 7: 46; Hb 4: 16; Hb 12: 15, Hb 12: 28.

A formação deste sentido da palavra se deve, desde o começo, ao trabalho de Paulo e apresenta uma característica fundamental do cristianismo – o não merecimento. A passagem fundamental é Rm 11: 5 e 6, onde é dado como uma definição, “Se é por graça, não é por obras, do contrário, a graça já não é graça”. Aqui a palavra usada em outros sentidos poderia ter causado no leitor do primeiro século a perda do sentido.

“Graça”, neste sentido é uma atitude da parte de Deus que procede inteiramente dentro dele próprio, e que em nada é condicionado por qualquer coisa nos objetos da Sua graça (os homens, por exemplo). Assim como em Rm 4: 4. Se a salvação é dada com base no que um homem tem feito, então a salvação é dada por Deus como o pagamento de uma dívida. Mas quando a fé é que conta por aquilo, e não retidão, não há nenhuma reclamação sobre o homem fazer sua parte, e ele recebe como um dom puro, algo que ele não ganhou. (É bem verdade que a fé envolve esforço moral, e isso pode ser pensado como uma espécie de “trabalho”, é bem verdade que a fé faz algo como uma preparação para a recepção de novas ofertas de Deus.)

“Graça”, então, nesse sentido é o antônimo de “obras” ou a “lei”, que tem uma relação especial para a culpa do pecado (Rm 5: 20; Rm 6: 1), e tem quase exatamente o mesmo sentido como “misericórdia.”

Continuaremos…

Até o próximo post, Beth Alves.