A queda do homem*

PecadoA criação teve um começo glorioso porque a terra estava cheia da glória de Deus. Tudo refletia o Criador. 

Então, de repente, o homem deixou de ser santo e o jardim foi perdido para ele.

Por razões que Deus não explica, depois de determinado tempo, Ele deixou o tentador entrar no jardim para tentar o homem.

A árvore do conhecimento do bem e do mal significava o elemento físico posto ali para provar a fidelidade de Adão e Eva. Satanás sugeriu a Eva que Deus não queria que suas criaturas fossem iguais a Ele: conhecedores do bem e do mal.

Deus não precisa experimentar o mal para conhecê-lo. O homem não precisava experimentar para saber o que é o mal. Ele precisava apenas confiar nas palavras de Deus.

Stedman (Entendendo o homem) diz:

“As criaturas do universo são feitas para descobrir a diferença entre bem e mal porque relacionam tudo ao ser de Deus, não a si mesmas.

Quando o homem comeu do fruto, ele passou a fazer tudo o que Deus faz: a relacionar tudo a si mesmo…

Quando o homem começou a pensar de si mesmo como centro do universo, ele se tornou igual a Deus. Mas tudo isso era uma mentira. O homem não é o centro do universo e não pode ser”.

Qual é o pecado de Adão?

Conhecer o bem e o mal?

Não.

O pecado de Adão foi a desobediência.

Adão comeu do fruto proibido, desobedientemente, porque não creu nas palavras de Deus.

E a maldição veio sobre toda a criação!

 *Texto adaptado do livro “O habitat humano – o paraíso perdido” de Heber Carlos Campos. Editora Hagnos.

Beth Alves.

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ARTIGO: O DEUS QUE SE REVELA – A MAJESTADE DE DEUS NA CRIAÇÃO COMO ARTIGO – PREMISSA TEOLÓGICA, ANTROPOLÓGICA E ECOLÓGICA (SL 8.1-9) (VOLUME XVIII)

Revelação de DeusPOR HERMISTEN MAIA PEREIRA DA COSTA

(Mestre e Doutor em Ciências da Religião, pastor da Igreja Presbiteriana Ebenézer, em Osasco (SP), e professor de Teologia Sistemática do Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição, em São Paulo)

Neste artigo o autor, partindo do Salmo 8, analisa aspectos da majestade de Deus revelados na criação e, especialmente, no homem, criado à sua imagem e semelhança. Sustenta que, para que o homem possa ter uma visão correta de Deus, de si mesmo e da criação em geral, faz-se necessário começar por uma compreensão correta de Deus conforme ele mesmo se dá a conhecer a fim de que possamos responder-lhe em adoração e obediência.

Demonstra que somente partindo de Deus podemos perceber a beleza da Criação, ainda que esta aguarde a sua restauração, que manifesta de forma majestosa a bondade, sabedoria e poder de Deus. Apenas assim poderemos adquirir uma ótica correta para enxergar a vida e o dinamismo necessário para agir de modo coerente com a nossa fé.

O genuíno conhecimento de Deus deve guiar a nossa teologia, antropologia, ecologia e, consequentemente, a nossa práxis.

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O Lugar que devemos estar…

Moriah : מריה

  • Lugar que Deus vê

Passado algum tempo, Deus pôs Abraão à prova, dizendo-lhe: “Abraão! ” Ele respondeu: “Eis-me aqui”. Então disse Deus: “Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei”. Gênesis 22:1-2

Moriá, o lugar que Deus vê.Monte Moriá

Sabemos que Deus é soberano e não precisa de ninguém para se mover, mas Ele escolheu contar com o homem para realizar o seu plano. E foi em Abraão que ele encontrou um coração disponível. Vemos neste homem um exemplo de disponibilidade e renuncia a fim de realizar os planos de Deus.

Abraão ouviu o chamado de Deus e ele prontamente disse: Eis-me aqui! E ao receber a ordem, ele não poupou o seu único filho.

Na manhã seguinte, Abraão levantou-se e preparou o seu jumento. Levou consigo dois de seus servos e Isaque seu filho. Depois de cortar lenha para o holocausto, partiu em direção ao lugar que Deus lhe havia indicado. No terceiro dia de viagem, Abraão olhou e viu o lugar ao longe. Gênesis 22:3-4

Quando estamos caminhando em obediência a Deus, não nos encontramos perdidos ou atordoados, pois somos direcionados ao lugar  que devemos estar.

Disse ele a seus servos: “Fiquem aqui com o jumento enquanto eu e o rapaz vamos até lá. Depois de adorarmos, voltaremos“.  Abraão pegou a lenha para o holocausto e a colocou nos ombros de seu filho Isaque, e ele mesmo levou as brasas para o fogo, e a faca. E caminhando os dois juntos, Isaque disse a seu pai Abraão: “Meu pai! ” “Sim, meu filho”, respondeu Abraão. Isaque perguntou: “As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para o holocausto?  “Respondeu Abraão: “Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho”. E os dois continuaram a caminhar juntos. Gênesis 22:5-8

Abraão em todo tempo cria que se sacrificasse Isaque, Deus o ressuscitaria.

[Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar. Hebreus 11:18]

Quando estamos no “lugar” onde Deus nos designou, a nossa fé não vacila. Mas ela nos leva a ver além das circunstâncias, além dos que os olhos podem ver. Abraão, mesmo estando no “lugar do sacrifício”, ele creu. Ele sabia que Deus proveria para si o cordeiro, e que as promessas do Senhor não seriam abaladas por circunstância alguma.

Quando chegaram ao lugar que Deus lhe havia indicado, Abraão construiu um altar e sobre ele arrumou a lenha. Amarrou seu filho Isaque e o colocou sobre o altar, em cima da lenha. Então estendeu a mão e pegou a faca para sacrificar seu filho. Mas o Anjo do Senhor o chamou do céu: “Abraão! Abraão! ” “Eis-me aqui”, respondeu ele. “Não toque no rapaz”, disse o Anjo. “Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho. ” Abraão ergueu os olhos e viu um carneiro preso pelos chifres num arbusto. Foi lá, pegou-o e sacrificou-o como holocausto em lugar de seu filho. Abraão deu àquele lugar o nome de “O Senhor proverá”. Por isso até hoje se diz: “No monte do Senhor se proverá”. Gênesis 22:9-14

Abraão estava no “lugar”, e foi no “lugar” que ele recebeu a aprovação do Deus Altíssimo e experimentou da fidelidade de Deus. Ele não precisou sacrificar o seu único filho. Nós sabemos que este papel quem cumpriu foi o próprio Deus!

[Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16]

Pela segunda vez o Anjo do Senhor chamou do céu a Abraão e disse: “Juro por mim mesmo”, declara o Senhor, “que por ter feito o que fez, não me negando seu filho, o seu único filho, esteja certo de que o abençoarei e farei seus descendentes tão numerosos como as estrelas do céu e como a areia das praias do mar. Sua descendência conquistará as cidades dos que lhe forem inimigos e, por meio dela, todos povos da terra serão abençoados, porque você me obedeceu“. Gênesis 22:15-18

Moriá, lugar de sacrifício, renúncia e obediência. Este é o lugar em que Deus quer que eu e você estejamos.

 Cíntia Silveira.

Israel, nação sacerdotal – Parte V

Entendendo o Conflito em Gaza

Inimigos naturais de Israel :

1) Ismael: Gn. 16:11-12 : “Disse-lhe também o anjo do SENHOR: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto o SENHOR ouviu a tua aflição. E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos.”

De Ismael foram formadas as nações árabes .

2) Os Filisteus .

Povo numeroso que dominava sobre Israel no tempo dos Juízes ( Jz.14:4 )

Tinham por costume torturar terrivelmente os povos dominados . Ex: arrancaram os olhos de Sansão .

Tomaram de Israel 5 cidades : Gaza, Ashkelon, Ashdod , Ekron , Gate.

Tomaram a Arca de Deus . I Samuel 5

Não era um povo natural de Canaã, porém advindo do Egito . Gn. 10: 13-14

Eram notavelmente hábeis e conhecidos  nas artes Navais .

Região onde habitavam os Filisteus: Gaza

A região onde habitavam os filisteus: (Filistia)

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Julgamento de Deus para a região e para o povo filisteu :

Sofonias 2:5

Ai dos habitantes da costa do mar, a nação dos quereteus! A palavra do SENHOR será contra vós, ó Canaã, terra dos filisteus; e eu vos destruirei, até que não haja morador.

Ezequiel 25:15-16:

 “Assim diz o Senhor DEUS: Porquanto os filisteus se houveram vingativamente, e executaram vingança com desprezo de coração, para destruírem com perpétua inimizade, portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu estendo a minha mão sobre os filisteus, e arrancarei os quereteus, e destruirei o restante da costa do mar”.

O rei Nabucodonozor levou cativo também os Filisteus e nunca mais na história  se ouviu falar deles.

A palavra “Filistin ”  ( Filisteus) é muito parecida com a palavra “Palestina”,  por quê?

Filístia em Hebraico é “Filistin”, que é Palestina no Português.

Observem os mapas de Israel nas suas bíblias. Que nome vocês observam no mapa de Israel?

O nome “Palestina” foi um nome que os romanos deram a Israel após o ano 70d.C.  (quando o povo Filisteu já tinha desaparecido)

Após esta data, Israel foi invadida por vários impérios, e durante quase 2000 anos foi conhecido como Palestina, apesar de vários povos  diferentes o terem dominado.

Finalmente a “Palestina” passa a ser controlada pela Inglaterra, e seus últimos habitantes eram de maioria árabe  (Ismaelitas ) denominados “Palestinos”.

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 Em 1948, cria-se o Estado de Israel em seu território historicamente conhecido: em Israel.

A Faixa de Gaza (até então improdutiva)  foi anexada ao território israelense em 1967, junto com Jerusalém, se tornando em uma região altamente importante economicamente para Israel devido ao incansável esforço judaico.

O quê fazer com os moradores árabes que habitavam a Palestina? Observação importante: Palestina nunca existiu como Nação reconhecida pela ONU. Não tem um território, não tem uma moeda, não tem uma língua própria, não tem um Presidente e sim uma “Autoridade Palestina”.

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Israel foi subdividido várias vezes para acomodar o povo árabe que permaneceu em seu território, e um dos locais para este assentamento foi o lugar onde originariamente foi dominada pelos Filisteus : Gaza, que foi entregue aos árabes ‘palestinos’ em 2005.

O Governo de Gaza não se contenta apenas com este território, ele almeja varrer Israel do mapa e dominar Jerusalém, para fazer dela a habitação de  “Alah”, demonstrando que a guerra é espiritual e não física, pois Jerusalém é a habitação do Deus de Israel.(Joel 13:7)

Gaza foi entregue à população palestina a fim de viabilizar um território Palestino de fato.

Gaza foi entregue com toda a infra estrutura necessária para se tornar um País independente.

Fatah – Governo da Autoridade Palestina.

Hamas – Fundamentalistas islâmicos. Grupo Terrorista que matou os líderes do Fatah em Gaza e atualmente foi eleito como Governo oficial de Gaza.

Necessidade dos muros que circundam Gaza, e do bloqueio egípcio e israelense: impedir ataques terroristas dentro de seus territórios.

Gaza: contribuindo para um propósito escatológico.

De “Israel” para “Palestina”:

Tentativa do inimigo de frustrar e anular a identidade de Israel, colocando em seu território  o nome de um dos inimigos mais mortais de Israel, a fim de impedir a memória bíblica e escatológica de Israel como nação fundamental para os últimos dias que antecedem a vinda do Messias .

Gaza: um território que já está ajudando a influenciar a opinião mundial contra Israel, contribuindo fundamentalmente para a montagem do cenário mundial para o anti Cristo e o ajuntamento das nações contra Israel.

Posição de Gaza escatologicamente:

A maioria das nações árabes estão contra Israel e aproveitando a situação em Gaza para agitar o mundo não árabe também contra Israel. (com a ajuda da mídia)

Segundo Joel 3:9,21  ; Zacarias 14:1-4 e Ap. 16:13-16 ; 19:11-21 : O anticristo chefiará as nações do mundo, avançará para exterminar Israel e lutar contra Deus.

Zc.12:3

 “E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra.

Zc.14:2

“ Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém”

Israel clama por oração.

Pedido de um Jornal Israelense:

“Se existir um tempo para oração, este é agora”

A promessa do Senhor:

Joel 3:17

   “E vós sabereis que eu sou o SENHOR vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; e Jerusalém será santa; estranhos não passarão mais por ela.”

Zc12:10 :

“Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito. Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megido.”

Continuaremos…

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SÉRIE: REGRAS GERAIS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

Conhecer as Escrituras é vital para vida de um cristão e examinar estes escritos que revelam o plano de Deus para humanidade é um grande privilégio. Nesta série desejamos compartilhar algumas regras importantíssimas para a interpretação das Sagradas Escrituras.

Torah

Antes tudo, vamos atentar para quatro regras básicas para um estudo correto da Bíblia:

  • OBSERVAÇÃO: “Que vejo?”, neste tópico o estudante da Bíblia aborda o texto como um detetive. Ele observa cada pormenor do texto considerando cuidadosamente seus detalhes.
  • INTERPRETAÇÃO: “Que significa?”, neste tópico o estudante deve investigar o texto fazendo-o perguntas como: “O que significa estes detalhes para as pessoas a quem foi dado?”, “O que este texto deseja comunicar?”.
  • CORRELAÇÃO: “Como isto de correlaciona com o restante daquilo que a Bíblia diz?”, neste tópico o estudante deve unir e organizar o assunto com tudo o que a Bíblia diz a respeito dele. É muito importante saber que para uma boa compreensão sobre qualquer assunto nas Escrituras é necessário examinar e compreender o que ela como um todo nos diz a respeito do mesmo.
  • APLICAÇÃO: “Que significa para mim?”, neste tópico o estudante irá usufruir dos três anteriores passos. Ele observou, interpretou, correlacionou e irá aplicar o tesouro descoberto.

Dedicar-se a conhecer as Escrituras é dedicar-se a ouvir a Deus, pois é por meio dela que o Criador se revela.

Acompanhe nossos posts a série está apenas começando, aguardamos você.

Cíntia Silveira.